Estamos no Natal?
Para saber se já estamos no Natal ou nom, clica aqui: http://www.isitchristmas.com/
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Por casualidade, navegando tranquilamente pola internet, achei umha página onde figuravam diversos mapas da Europa (http://www.eupedia.com/europe/maps_of_europe.shtml). Ao vê-los decatei-me de algo… Galiza é diferente. Diferente da Espanha, assim como do resto de povos da península. Se bem em muitos desses mapas coincidimos com outros povos, a reuniom de todas as qualidades fai-nos únicos.
Temos mais percentagem de pessoas com o cabelo claro e com os olhos obscuros. Provimos dos Celtas e dos Suevos, a religiom maioritária é o catolicismo, a nossa agricultura minifundista, a nossa gadaria intensiva com produtos lácteos predominantemente. Falamos umha língua própria, “irmá do castelán e nai do portugués” como dizia Castelao no seu Sempre em Galiza. Somos diferentes, somos únicos, somos galegos.
A gente pode mesmo defender umha uniom com o resto de povos da península, mas… por que ficar só assim, e nom equiparar-nos ao resto de povos europeus? É tam absurdo umha Galiza livre na Europa? E por que nom livre no mundo, equiparada ao resto de povos do mundo? Espanha fechanos as fronteiras ao mundo, nós só queremos abri-las. Os independentistas nom criamos fronteiras, desfazemos as antigas fronteiras vetustas e obsoletas para criar um futuro que respeite todas as culturas sem impor umhas sobre outras, um futuro sem fronteiras, onde todo o mundo conheça e valorize as tradiçons do resto. Um futuro em que Espanha nom faga de intermadiário entre a Galiza e o mundo. Um futuro em que nengum ser humano seja ilegal. Um futuro… à galega.
Para ilustrar isto, nom deixedes de ver: http://br.youtube.com/watch?v=PwqzWvVNNM8
“I take his weapons away from him. Both of them” John Hartigan
Traduçom: Quito-lhe as armas. As duas.
“An old man dies. A young girl lives. A fair trade” John Hartigan
Traduçom: O velho morre, a menina vive. Uma troca justa.
“Ave, Caesar, morituri te salutant”
Traduçom: As aves do César morreram por falta de saúde.
Traduçom (real): Ave, César, os que vão morrer saúdam-te.
“Nom se apanham truitas com as bragas enxuitas” Como dixo o outro…
“Exculpatio non petita, inculpatio manifesta” ou “Exculpatio non petita, accusatio manifesta”
Traduçom: Quem nom pede a exculpaçom, manifesta inculpaçom.
Significado: Quem nom defende a sua inocência é culpável.
“Ad augusta per angusta”
Traduçom: A lugares elevados por caminhos estreitos.
Significado: As melhores cousas da vida som as mais difíceis de conseguir. Nom se consegue nada sem luitar.
Como já falara antes, há pouco descobrira que o meu apelido e alcunha usual é nome de mulher (o que me levou algum malentendido…), mas acabo de averiguar que também é nome de homem!
“Amil: É un dos topónimos que recentemente se converteron en antropónimos. Aínda que hoxe ten máis uso como feminino (Virxe da Amil), foi na súa orixe un nome de home, Alamiro, ‘moi famoso, célebre, famosísimo’.” Sacado da página http://galegoelogo.com , do listado de nomes de neno.
“Os surdos pensam que os que dançam ao seu redor estão tolos” Como dixo o outro